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Netflix irá disponibilizar, no dia 1º de novembro, a nova temporada da série sobre Sam, um garoto com autismo

Sabe quem chega logo após a noite de halloween? Atypical, com Sam e seus pinguins! A nova temporada (terceira já) terá dez episódios e dois novos atores: Sara Gilbert (The Conners) como professora de ética do protagonista e Eric McCormack (Will & Grace), como professor de artes do garoto. Aliás, uma imagem divulgada de Sam na faculdade já dá um pequeno spoiler do que virá dia 1º de novembro de 2019.

A série, uma produção original da Netflix, gira em torno de Sam —  interpretado por Keir Gilchris, muito elogiado em sua atuação, principalmente na segunda temporada —, um garoto com autismo que, além de trabalhar e estudar, vive a efervescência e o amadurecimento de seus 18 anos, buscando cada vez mais ser independente. As duas primeiras temporadas estão disponíveis.

Autismo e outros temas

O elenco conta com ainda com Jennifer Jason Leigh, Michael Rapaport e Brigette Lundy-Paine. Os novos episódios de Atypical têm roteiro de Robia Rashid, que escreve para a comédia The Goldbergs. Além do autismo, a série também aborda outros temas da adolescência, como inimizades, a iniciação ao sexo, a entrada na faculdade e adultério. Saiba mais no nosso artigo “Netflix confirma terceira temporada de Atypical“.

Veja o vídeo dos atores anunciando a nova temporada, que estará disponível no próximo dia 1º de novembro de 2019, na Netflix.


Atypical estreia 3ª temporada em outubro — Tismoo

Atores da série Atypical em momento de descontração no set de filmagens.

The Good Doctor - O bom doutor - série sobre autismo na Globoplay - Tismoo

Primeira temporada da série sobre um médico autista será transmitida na TV aberta, toda quinta à noite, a partir de 29/agosto

A partir de 29 de agosto, a série “The Good Doctor” chegará, finalmente, à TV aberta, na Globo, nas noites de quinta-feira, após o The Voice Brasil. A série conta a história de um jovem médico que tem autismo, Shaun Murphy (interpretado por Freddie Highmore), que começa a trabalhar em um grande e famoso hospital, o St. Bonaventure Hospital, em San Jose, na Califórnia (EUA). A cada semana, um episódio da primeira temporada será exibido, até 26 dezembro — serão 18 semanas.

Primeiro título “externo” (não produzido pela Globo) adquirido pelo Globoplay, a série — traduzida como o “O Bom Doutor” — é o título mais visto do serviço de streaming pago da emissora. Em junho último, a estreia da primeira temporada do médico autista no canal GNT elevou a audiência do canal pago em 200%.

Na Goboplay é possível assistir às duas temporadas completas da série. No enredo, o jovem residente de medicina tem um grande talento para fazer diagnósticos — com memória fotográfica e uma lógica de pensar diferente dos demais —, o que justifica sua presença num grande hospital. Vale lembrar que a história é baseada na premiada série sul-coreana de 2013, de nome quase igual: “Good Doctor”.

Em agosto de 2018, a Globo exibiu o The Good Doctor no Tela Quente Especial, que foi responsável pela maior audiência da sessão de filmes em sete anos. Na Grande São Paulo, alcançou 29,5 pontos de média. No Rio, 32 pontos.

Veja também nossos artigos sobre as duas temporadas: Globo estreia no Brasil a série The Good Doctor, sobre médico autista e Série The Good Doctor estreia 2ª temporada no Brasil.

Dos quadrinhos às telas, autistas têm, aos poucos, entrado nas histórias e atrações para crianças

A neurodiversidade tem aparecido entre a produção cultural para crianças, felizmente. Personagens infantis com autismo, ainda que bem modestamente, têm brotado lá e cá. Já falamos aqui de séries para jovens e adultos, como Atypical, da Netflix, The Good Doctor e The A Word — A vida com Joe, na Globoplay. Agora é hora dos pequeninos se divertirem com uma dose de consciência a respeito do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

Pablo

Uma das mais interessantes, que estreou na Netflix há poucas semanas, é Pablo, uma série de desenho animado da BBC de Londres, em que todos os personagens são autistas. E um detalhe: a dublagem é feita por atores autistas também, tanto no original em inglês quanto em português — aqui no Brasil, a Fox fez a dublagem exibindo a série com exclusividade, em abril de 2018, num de seus canais, o NatGeo Kids— inclusive meu filho participou do teste de dublagem (veja o vídeo) — mas não passou.

Trazendo a visão de uma criança com autismo, Pablo mescla o live action e a animação na proposta de conscientizar pais e filhos, além de promover diversidade, integração e discussão sobre o tema. Cada episódio traz uma situação diferente que causa ansiedade, incerteza ou insegurança a Pablo, como cortar o cabelo ou ir ao supermercado com os pais. Com giz-de-cera e muita criatividade, o garoto vê seus desenhos ganharem vida para os ajudarem a lidar com a situação. A BBC, ao divulgar a série, contou que “Pablo foi criado em colaboração com jovens autistas que forneceram histórias originais e inspiradoras sobre sua própria experiência”.

Personagens infantis com autismo — Pablo — Tismoo

Julia

A Vila Sésamo foi outro “lugar” em que uma autista “apareceu”. Julia, a nova personagem, foi inserida em abril de 2017 no seriado infantil, nos Estados Unidos — onde a série foi criada e chama-se Sesame Street. Ela é uma muppet de 4 anos, ruiva, de olhos verdes, gosta de cantar e pintar e tem ecolalia — sempre repete as frases ditas pelos amigos. No começo, alguns deles ficam chateados por ela nem sempre interagir da maneira como eles estão acostumados (veja o vídeo), mas com o tempo, os colegas percebem que a garotinha só tem um jeito diferente de se expressar.

Durante o desenvolvimento da personagem, pais de pequenos autistas foram ouvidos, assim como médicos e associações que lutam pela causa. “Queremos promover uma melhor compreensão e reduzir o estigma que envolve estas crianças. Estamos moldando a maneira como crianças e adultos veem o autismo, a partir de uma sólida perspectiva: encontrar coisas em comum entre todas as crianças”, declarou Jeanette Betancourt, vice-presidente sênior de impacto social nos EUA da companhia Sesame Workshop, que criou a personagem.

Outra particularidade da série foi a escolha de uma personagem feminina, já que a prevalência de autismo é quatro vezes maior em meninos do que em meninas. O programa também conta com conteúdo exclusivo sobre autismo na internet, em inglês (aqui).

Personagens infantis com autismo — Julia, da Vila Sesamo — Tismoo

Auts

Um projeto bem curioso é Auts, um desenho 2D com uma temporada de 26 episódios, de 90 segundos cada. No site euSouAuts.com dá para baixar o aplicativo (para Android e iOS) que dá acesso à série (aos menos os três primeiros episódios são gratuitos) ou ainda pode-se assistir na plataforma PlayKids. “O desenho nasceu do desejo de uma família em ajudar seu filho Artur, dentro do espectro autista, a se comunicar com o mundo. Dessa experiência particular, Auts se amplia para abordar o tema do respeito à diferença de forma artística e lúdica. Com o protagonista inspirado em Artur, o projeto traz uma criança dentro do espectro autista participando ativamente do processo criativo e produtivo”, segundo o site do projeto.

O pai de Artur é o diretor de animação Renato Barreto, mas não só ele como toda a família participa de Auts, incluindo a mãe, Fernanda Arraz, o irmão Davi e Caneca, o cachorro da família. Todos eles são personagens, dubladores e co-criadores dos episódios. Todo o conjunto é voltado para o desenvolvimento dos aprendizados e aquisições da primeira-infância. Vale dar uma espiada.

Personagens infantis com autismo — Auts — Tismoo

André

Por último, o mais antigo do Brasil: André, o personagem autista da Turma da Mônica. Criado por Mauricio de Sousa em 2002, André tem quatro anos, diferentemente da maioria das personagens, que possui idade entre os sete e oito anos.

Em 2001, o Instituto Mauricio de Sousa foi convidado por uma representante da Universidade de Harvard para desenvolver um projeto com o objetivo de alertar a população sobre os sintomas do Transtorno do Espectro do Autismo. Após meses de estudos nasceu André, um personagem autista para fazer parte da Turma da Mônica.

Com base nesse personagem, o Instituto Mauricio de Sousa criou a revista em quadrinhos “Um Amiguinho Diferente” e seis vinhetas de desenho animado, que alertam pais, familiares e professores para a importância do diagnóstico precoce e esclarecem o comportamento que deve ser adotado com a criança dentro do espectro do autismo. Já foram distribuídos 60 mil exemplares da publicação. .

Em fevereiro de 2019, o Instituto Mauricio de Sousa fez parceria com a Revista Autismo e publica uma página com o André em toda edição da revista, que é gratuita, conscientizando a respeito do TEA. E, em abril último, foram atualizados e relançados seis vídeos com o personagem, alertando sobre os sinais de autismo.

Personagens infantis com autismo — André, Turma da Mônica — Tismoo

Estes quatro personagens infantis com autismo foram alguns exemplos apenas. Você conhece outros? Poste aqui nos comentários.


Vídeos do André

Família descobre que seu caçula, de 5 anos, está no espectro do autismo e não aceita de início

Produzida pela rede inglesa BBC, “The A Word” é uma série que acompanha um menino de cinco anos de idade e como sua família lida com a revelação de que ele tem autismo. A rotina da família vira de ponta-cabeça quando o caçula da família, Joe (Max Vento), é diagnosticado com autismo. O desafio é dar o tratamento e cuidados necessários ao menino enquanto lidam com os problemas pessoais de cada um — como na vida real, né?

A série estreou em 22 de março de 2016, na BBC, no Reino Unido. A segunda temporada foi lançada por lá em 7 de novembro de 2017. Cada temporada tem seis episódios e, nos EUA, foi exibido pela Sundance TV. No Brasil a série estreou em 8 de fevereiro de 2018, somente com a primeira temporada, na Globoplay, a plataforma de streaming online da Globo — que já conta com duas séries envolvendo o autismo: esta e “The Good Doctor” (leia nossos artigos a respeito da primeira e segunda temporadas do médico autista).

Original de Israel

Esta é uma versão britânica da série israelense “Pilpelim Tsehumbin“, criada por Karen Margalit, uma das roteiristas de BeTipul, série que ganhou diversos remakes internacionais incluindo nos Estados Unidos, com “In Treatment”, e, no Brasil, com a série “Sessão de Terapia“, exibida no canal GNT, atualmente no Globoplay também.

No primeiro episódio de “The A Word”, a família se reúne para o aniversário do garoto Joe, mas o clima fica tenso entre os pais, Alison e Paul. Eddie e Nicola, tio do menino e a namorada, sugerem que Joe tem problemas de comunicação. Os pais não aceitam e começa a tensão na família. E a história se desenrola.

Trailer

Veja o trailer original da série (em inglês) da BBC de Londres:

The Good Doctor - segundo temporada da série no Brasil - Globoplay - Tismoo

Protagonista de série, Shaun Murphy, que tem autismo, é um médico residente — episódios são exclusividade da Globoplay no país

A série sobre um médico que tem autismo, The Good Doctor, estreou sua segunda temporada no Brasil, na Globoplay, o serviço pago de streaming da Rede Globo — ou, pelo menos, a metade da nova temporada. Os dez primeiros episódios da segunda temporada estão disponíveis exclusivamente aos assinantes, desde 4 de janeiro de 2019. Os próximos oito, estarão no catálogo da Globoplay logo após sua exibição nos EUA — o que deve acontecer em março de 2019. Naquele país, a segunda temporada estreou dia 24 de setembro de 2018, no canal ABC (saiba o que é autismo).

A série norte-americana retrata a rotina de um residente de cirurgia, que tem autismo, o jovem Shaun Murphy, interpretado por Freddie Highmore (das séries Bates Motel e Close to the Enemy). O jovem residente tem um grande talento diagnóstico — com memória fotográfica e uma lógica de pensar diferente dos demais —, o que justifica sua presença no hospital. Vale lembrar que a história é baseada na premiada série sul-coreana de 2013, chamada apenas “Good Doctor”.

Segunda temporada

O promissor médico terá de continuar enfrentando a desconfiança de seus colegas e superiores em relação a sua capacidade de lidar e resolver os mais intrigantes casos que chegam ao hospital. Depois de ter sido suspensa, a médica oncologista Blaize — interpretada por Lisa Edelstein (a dra. Lisa Cuddy, da série House) retorna ao hospital, a pedido do médico Aaron Glassman (Richard Schiff), para ajudar no seu tratamento contra o câncer.

A série tem duas ausências em relação à primeira temporada: a atriz Beau Garrett, que interpretou a advogada do hospital, Jessica Preston; e o também médico residente, colega de Murphy, Jared Kalu, interpretado por Chuku Modu.

Temporada anterior

A primeira temporada terminou com duas importantes revelações: o câncer do dr. Aaron Glassman (Richard Schiff) e o erro grave em cirurgia cometido por Shaun — ao saber do câncer do amigo. E terminou com os dois colocando os empregos em risco, ao admitirem o erro ao dr. Marcus Andrews (Hill Harper). O futuro (agora, incerto) de ambos é explorado na segunda temporada.

A primeira temporada de The Good Doctor estreou nos Estados Unidos em setembro de 2017, na rede de televisão ABC. No Brasil a série estreou em 22 de agosto de 2018 na GloboPlay e teve uma particularidade: seus dois primeiros episódios foram exibidos na TV aberta (27 de agosto de 2018), como se fosse um filme, no Tela Quente, da Rede Globo — a estratégia bateu recorde de audiência da faixa de filmes, marcando sua maior média desde 2011 em SP, e desde 2009, no Rio. Em 2018, a série foi a sétima mais buscada no Google, no Brasil, segundo relatório do buscador.

Trailer

Veja o trailer da segunda temporada:

 

Leia também sobre a primeira temporada da série e mais informações no nosso artigo “Globo estreia no Brasil a série The Good Doctor, sobre médico autista“.

Cena da série Atypical da Netflix - segunda temporada - trata a respeito de um adolescente com autismo - Tismoo

Série, que retrata adolescente com autismo, é transmitida pelo Netflix e terá lançamento mundial

Os pinguins voltaram! Sim, Atypical estreia sua segunda temporada continuando a contar a história de Sam, um garoto com autismo, que trabalha e estuda, vivendo a efervescência e o amadurecimento de seus 18 anos, tentando ser cada vez mais independente. A série, produção original da Netflix, terá dez episódios — dois a mais que a temporada anterior — e estará disponível na plataforma de streaming a partir de 7 de setembro de 2018, a estreia mundial. Ah, o porquê dos pinguins? O protagonista é aficcionado pela Antártica e, mais especificamente, pelos pinguins que vivem naquele continente, principalmente o pinguim-imperador — os machos desta espécie são um dos poucos animais que passam o inverno na “terra de gelo”.

Sam, interpretado pelo ator Keir Gilchrist, além de buscar mais independência e autoconhecimento, também começa a se ver envolvido na sua primeira história de amor, enquanto vários problemas ocorrem em torno do dia a dia da família. O sucesso da temporada inicial garantiu a renovação junto à Netflix.

Na primeira temporada, Sam está em busca de uma namorada e pede conselhos a sua psicóloga Júlia. Cursando o ensino médio, ele não tem muitas amizades, além de Zahid, seu amigo de trabalho — um galanteador muito divertido — e sua irmã, corredora e um tanto protetora.

Em 2017, Atypical — que tem episódios de 29 a 38 minutos cada — foi a décima série mais assistida pelos brasileiros em sessões curtas (de menos de 2 horas por dia), segundo a retrospectiva da Netflix. E foi a oitava em recomendação para se assistir com a família. No site especializado em cinema IMDB, a série está com nota 8,3. No Rotten Tomatoes, a nota é 7,8 (ou 78%) para a primeira temporada. Atypical foi indicada ao prêmio Satellite Awards em 2017, na categoria melhor série de TV, comédia ou musical.

Quem não é atípico?

Atípico, em inglês, é a palavra que dá nome a esta série de comédia — cujo tema central é: o que significa ser uma pessoa normal, típica? — e tenta mostrar o quão similar é uma família com alguém que tem Transtorno do Espectro do Autismo (TEA); e, ao mesmo tempo, o quão diferente — atípica — cada família é, com suas particularidades, sua história de vida, seus anseios, suas falhas e sua humanidade. Não é à toa que o slogan de Atypical é “Every family is atypical”— em tradução literal para o português: “Toda família é atípica”.

A história foi escrita por Robia Rashid, que teve a consultoria de Michelle Dean a respeito do Transtorno do Espectro do Autismo — ela é professora da Universidade do Estado da Califórnia e trabalhou no centro de tratamento e pesquisa sobre autismo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), ambos nos EUA. A série aborda também outros temas da adolescência, como a iniciação ao sexo, a entrada na faculdade, inimizades e adultério.

Gilchrist disse, em entrevista ao site Vulture (da revista New Yorker), que após Rashid escrever a série, eles conversaram bastante, além dele ter feito muita pesquisa, assistiu a filmes e leu livros sobre autismo. Ainda nas gravações desta segunda temporada, o protagonista falou a respeito dos novos desafios que Sam deverá enfrentar: “Na primeira temporada vimos como Sam se adaptava ao novo universo do amor e da independência. Agora, ele buscará novos desafios para sua vida, deixando cada vez mais a dependência de sua irmã na escola, e de sua família”. Segundo o ator, para melhorar sua experiência com o personagem para a segunda temporada, ele começou a interagir mais com amigos autistas. “Por alguma razão – eu não acho que foi proposital ou algo assim – eu simplesmente tenho muitos amigos com irmãos ou amigos crescendo ou até mesmo vizinhos… [que] têm autismo”, contou ele.

Em entrevista ao canal online Autism Live, a criadora da série Robia Rashid afirmou que que já tem a história inclusive para a terceira temporada: “Acho esse universo muito amplo, e a possibilidade de apresentarmos novas fases da vida de Sam, como a faculdade, serão muito importantes para a série”.

Nesta segunda temporada, os pais de Sam — Elsa e Doug — encaram os desdobramentos de uma crise no casamento. Caisey tenta se adaptar à nova escola e fazer novos amigos. Sam se prepara para a fase pós-formatura.

Ficha técnica

Além do protagonista, Gilchrist, o elenco — confirmado para a segunda temporada — ainda tem Jennifer Jason Leigh (mãe de Sam, Elsa), Michael Rapaport (pai, Doug), Brigette Lundy-Paine (Caisey, a irmã) e Amy Okuda (Julia, a terapeuta de Sam). A série é co-produzida pela Sony Pictures Television e tem história e roteiro de Robia Rashid (que escreveu episódios de “How I Met Your Mother”, “Will & Grace” e “The Goldbergs” antes de criar “Atypical”). Os produtores executivos são: Robia Rashid, Seth GordonMary Rohlich, juntamente com Jennifer Jason Leigh.

Veja o trailer da segunda temporada.