Série documental estreou sua segunda temporada na Austrália, seu país de origem, na ABC TV

Amor no Espectro (Love on the Spectrum, no nome original, em inglês) estreiou a segunda temporada no seu país de origem, a Austrália, na ABC TV. A série documental, que conta a história de autistas em busca de relacionamentos amorosos — e teve sua primeira temporada exibida no Brasil pela Netflix —, mantem alguns personagens nesta segunda temporada, e adiciona outros novos protagonistas autistas.

Alguns astros do elenco comentaram as expectativas e como foi participar da segunda temporada, em entrevista ao Autism Awareness Australia. “O programa ficou melhor e muito maior, e o fato de ter ido ao ar na Netflix fez eu sentir que Love on the Spectrum se tornou mundialmente conhecido. Sempre me senti confiante trabalhando na primeira temporada, na segunda não foi diferente”, destacou Mark.

Autoestima

Uma das novidades da segunda temporada, Ronan decidiu participar da série após assistir a primeira temporada e disse ter gostado da experiência. “Eu realmente não tinha certeza do que esperar porque era muito novo para mim, mas eu sempre gosto de tentar coisas novas e estava animado para fazer parte do show. Aprendi muito durante as filmagens e toda a equipe foi tão legal e me fez sentir valorizado”, comentou ele.

Judy Singer, socióloga, autora e palestrante internacional, atuou como consultora da série, fornecendo suporte, direção e feedback para orientar a abordagem na produção da série. A equipe de Amor no Espectro, porém, não buscou feedback e consultoria apenas de neurotípicos, eles tambem falaram com especialistas em neurodiversidade que estão no espectro do autismo. Por abordar namoro e relacionamento, a primeira temporada recebeu atenção e comentários de autistas, inclusive no Brasil. Ainda não há informações se a nova temporada também estará na Netflix.

Trailer

Veja o trailer original e outros vídeos de divulgação da nova temporada a seguir.

Dia 9 de julho será lançada a 4ª temporada de uma das séries de maior sucesso sobre autismo

A temporada final de uma das séries sobre autismo de maior popularidade da Netflix já tem data de lançamento: dia 9 de julho de 2021. Além disso, as primeiras imagens também foram reveladas no Twitter, mas ainda nada sobre o trailer da nova temporada.

“Já tenho data e imagens, mas ainda não tô preparada pra descobrir esse final. A 4ª e última temporada de Atypical estreia dia 9 de julho. 🐧”, tuitou a Netflix com um emoji de pinguim, o que faz todo o sentido para quem acompanha a série. “Quando um adolescente com traços de autismo resolve arrumar uma namorada, sua busca por independência coloca a família toda em uma aventura de autodescoberta”, diz a sinopse oficial da série, sobre Sam Gardner.

A temporada promete mostrar o desenvolvimento de Sam para uma autonomia total ao se mudar para um novo apartamento com seu melhor amigo, Zahid. Em paralelo, sua vida amorosa segue aberta, mas os fãs podem esperar um desfecho quanto à história com Paige, após ambos se reconectarem na última temporada

Twitter

Veja a revelação tuitada pela Netflix:

 

Leia mais sobre Atypical e as demais temporadas em:

‘O Som e a Sílaba’ conta a história de uma autista cantora lírica e sua professora, em 4 episódios, adaptada do teatro

Disney+ — a nova plataforma de streaming da Disney — terá uma minissérie, com quatro episódios, escrita e dirigida por Miguel Falabella: a adaptação do espetáculo “O Som e a Sílaba”. A história gira em torno de uma mulher autista com habilidades extraordinárias para o canto lírico, que, em busca de alguém que lhe ajude a dar sentido à vida depois da morte dos pais, encontra alento em sua professora de canto.

No teatro, os papéis principais do espetáculo musical foram interpretados por Alessandra Maestrini e Mirna Rubim e espera-se que o façam também na versão para televisão. A aproximação de Falabella com a Disney vem acontecendo ao longo de todo o ano, tanto que o canal a cabo Disney Júnior já exibe a animação “Os Óculos Mágicos de Charlotte”, criada por Falabella (que saiu da Globo em julho) em parceria com a ilustradora Suppa.

A informação de rumores sobre esse acordo foi publicada pela colunista d’O Globo, Patrícia Kogut, no mês passado. Agora, a coluna Fefito, de Fernando Oliveira, no UOL, confirmou o fechamento do acordo.

Disney+ terá série de Falabella sobre autismo — Tismoo

Musical premiado

Nada convencional, mas o espetáculo pode ser considerado um musical. Todos os números apresentados são de ópera e, mesmo para quem conhece a performance de Alessandra Maestrini nos musicais, se surpreendeu com seu desempenho. O próprio Miguel Falabella, em entrevista ao programa “Encontro com Fátima Bernardes”, à época, contou que duvidou da própria Maestrini quando ela se disse capaz de atingir as difíceis notas operísticas que a personagem autista necessitava. Antes do início de cada sessão da peça, um áudio gravado pelo próprio autor advertia que as performances eram ao vivo — sem essa informação, muitos voltariam para casa acreditando terem ouvido um playback das duas cantoras.

A peça foi indicada 23 vezes nas principais premiações brasileiras; e levou 5 delas. Miguel Falabella, além de ator e diretor, é cineasta, escritor, apresentador, dublador, dramaturgo e roteirista.

Peça teatral

No programa da peça, o espetáculo está descrito assim:

“‘O Som e a Sílaba’ foi escrito e concebido por Miguel Falabella especialmente para Alessandra Maestrini e Mirna Rubim, cantoras-atrizes com registro lírico. A peça retrata a história de Sarah Leighton, uma mulher com diagnóstico de autismo altamente funcional – uma savant, com habilidades específicas em algumas áreas (entre elas, a música), e sua relação com Leonor Delis, sua professora de canto. Após a morte dos pais, Sarah busca alguém que lhe ajude a dar algum sentido à sua vida. A jovem tem consciência de suas limitações nas relações pessoais e sabe que precisa romper as barreiras da síndrome para se ajustar ao mundo lá fora. Em sua busca por autonomia, ela lista suas habilidades, entre elas, o cantar. Ela sabe cantar.

‘Gente como eu precisa de duas coisas na vida’ – ela diz a Leonor, ao se apresentar – ‘De um trabalho e de alguém que lhe estenda a mão’. Recém-saída de um divórcio penoso, Leonor, por sua vez, atravessa uma crise pessoal e profissional. A música vai unir essas duas mulheres e esse encontro mudará definitivamente a trajetória de ambas. Recheada com árias, duetos e trechos célebres do bel canto, ‘O Som e a Sílaba’ celebra a grandeza e mistério da mente humana e seu inexorável avanço em sua aventura na terra.”

Episódios de estreia da nova temporada terão, como tema central, o caos causado pelo novo coronavírus

A famosa série The Good Doctor abrirá sua quarta temporada abordando a atual crise sanitária com a pandemia de Covid-19 como mais um desafio para o médico autista Shaun Murphy, interpretado brilhantemente por Freddie Highmore (veja vídeo dele respondendo perguntas para a revista Wired, a seguir). A informação vem do site norte-americano TVLine, que anunciou com exclusividade a notícia, rapidamente disseminada internet afora.

Na estreia da nova temporada — ainda sem data, pois as gravações continuam suspensas em Vancouver (Canadá) por conta do novo coronavírus — o primeiro episódio será dividido em duas partes e vai abordar a pandemia atual. Ainda não está claro como isso vai afetar a vida da equipe dentro e fora do hospital.

No fim da terceira temporada, os médicos do St. Bonaventure Hospital já tiveram uma grande perda causada por um terremoto e agora esse novo problema deve desafiar ainda mais os personagens da série.

Série The Good Doctor — TismooSucesso

Lançada em 2017 e um dos maiores sucessos de audiência na atualidade — no Brasil e nos Estados Unidos —, a série conta a história de um jovem médico que tem autismo e sai do interior para começar a trabalhar em um grande e famoso hospital, o St. Bonaventure Hospital, na agitada cidade de San Jose, na Califórnia (EUA). O jovem residente de medicina tem um grande talento diagnóstico — com memória fotográfica e uma lógica de pensar diferente dos demais, apesar de dificuldades sociais para lidar com certas situações com pacientes, colegas e seus superiores. Pela sua atuação, o protagonista foi indicado a um Globo de Ouro em 2018, mas não venceu.

Saiba mais em nossos artigos: “The Good Doctor completa 3ª temporada no Brasil“, “The Good Doctor estreia 3ª temporada“, “Série The Good Doctor será exibida pela Globo semanalmente“, “Série The Good Doctor estreia 2ª temporada no Brasil” e “Globo estreia no Brasil a série The Good Doctor, sobre médico autista“.

Ator responde perguntas
(em 2019)

Documentário da Netflix sobre competições de resolução de cubo mágico estreou no fim de julho

Parece um documentário como outro qualquer, porém “Magos do Cubo“, da Netflix, mostra não só uma competição para resolver um cubo mágico em poucos segundos, mas também uma história de amizade e autismo, nos bastidores do campeonato. Os protagonistas são dois rivais na competição, mas amigos na vida — um autista, um neurotípico, ambos campeões. O filme (originalmente com o nome em inglês “Speed Cubbers”), lançado no último dia 29 de julho de 2020, tem 40 minutos e indicação etária livre.

Uma mania mundial nos últimos anos, o speed ​​cubing, termo em inglês para o esporte competitivo para resolver um cubo de Rubik (cubo mágico) teve o australiano Feliks Zemdegs reinando soberano por quase uma década nesse novo esporte. Em 2017, no entanto, Max Park abismou a todos vencendo a competição, batendo Feliks que estava invicto desde 2013. Desde então, os dois vêm disputando títulos e quebrando recordes, contudo, ao invés de rivalidade, Feliks e Max transformaram essa competitividade em uma grande amizade.

Magos do Cubo mostra autismo e amizade — TismooHabilidades sociais

Max está no espectro do autismo e a família usa a resolução competitiva de cubos mágicos como terapia para estimular suas habilidades sociais e desenvolvimento emocional, sem nunca imaginar que o maior rival dele no esporte se tornaria um grande aliado para lidar com o autismo. No teaser da série, algumas perguntas colocam em dúvida o desfecho desta história: “Nossa história começa com Max e Feliks prestes a participar de mais um campeonato mundial. Os dois querem vencer e torcem pelo sucesso um do outro, mas só um será o campeão. Qual deles? E essa amizade vai conseguir sobreviver a tudo isso?”.

É assistir e conferir para onde competição e amizade vão.

Veja o trailer:

Séries sobre autismo

Veja outros artigos de filmes e séries sobre autismo, como “Netflix estreia série ‘Amor no Espectro’ sobre jovens com autismo” e “The Good Doctor completa 3ª temporada no Brasil“.

Os 10 episódios restantes da terceira temporada estão disponíveis na Globoplay

Desde o início do mês (8 de maio de 2020), os dez episódios restantes que completam a terceira temporada da série The Good Doctor no Brasil, exibida pela Globoplay, estão disponíveis. Nos Estados Unidos, essa outra metade da terceira temporada estreou dia 13 de janeiro de 2020, no canal ABC. Outra boa notícias para os fãs é que já está confirmada a quarta temporada para a série.

Desde que estreou no Brasil, The Good Doctor  já ganhou exibição em canais da TV aberta (Globo) e fechada (no canal GNT), além de um especial de divulgação dentro do Tela Quente com os dois primeiros episódios.

Sucesso de audiência aqui e nos Estados Unidos, a série, lançada em 2017, conta a história de Shaun Murphy (interpretado por Freddie Highmore), um jovem médico que tem autismo e sai do interior para começar a trabalhar em um grande e famoso hospital, o St. Bonaventure Hospital, na agitada cidade de San Jose, na Califórnia (EUA). O jovem residente de medicina tem um grande talento diagnóstico — com memória fotográfica e uma lógica de pensar diferente dos demais, apesar de dificuldades sociais para lidar com certas situações com pacientes, colegas e seus superiores. Pela sua atuação, o protagonista foi indicado a um Globo de Ouro em 2018.

Para essa outra metade da terceira temporada, pode-se esperar várias reviravoltas na história e até mesmo um triângulo amoroso. Vale assistir!

Saiba mais em nossos artigos: “The Good Doctor estreia 3ª temporada“, “Série The Good Doctor será exibida pela Globo semanalmente“, “Série The Good Doctor estreia 2ª temporada no Brasil” e “Globo estreia no Brasil a série The Good Doctor, sobre médico autista“.

The Good Doctor completa 3ª temporada no Brasil — Tismoo

Nova lei em SP: cinemas terão sessão adaptada para autistas — Tismoo

Legislação determina que salas de cinema tenham ao menos uma sessão por mês com adaptações para pessoas com autismo

A partir de 15.abril.2020, todos os cinemas da cidade de São Paulo (SP) deverão oferecer pelo menos uma sessão mensal adaptada para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), de acordo com lei municipal sancionada dia 14.jan.2020 pelo prefeito da capital paulista: Lei 17.272/20. Nessas sessões, as luzes deverão estar levemente acesas, o som mais baixo e não poderá haver exibição de publicidades, como trailers e propagandas de marcas.

O texto da lei é de autoria do vereador Rinaldi Digilio. Em nota, o vereador disse que o projeto surgiu do relato de uma mãe que não conseguiu levar o filho autista para assistir ao blockbuster “Vingadores: Ultimato”. “Ela dizia que ele queria ver o filme, mas o escuro e o som alto incomodavam muito. As pessoas não compreendiam e reclamavam, então, ela decidiu não o levar”, afirmou. “São Paulo conta com um contingente estimado de quase 250 mil autistas, que não conseguem ir ao cinema, com exceção a projetos especiais. Uma política pública séria vai garantir esse acesso tão necessário para essas pessoas que já são tão excluídas”. Uma parceria do Cine Belas Artes e a ONG Super Mães Especiais levou o vereador para participar de uma sessão adaptada em 2019 e constatou, de perto, a importância da iniciativa. “Foram experiências incríveis, com medidas que exigem pouco investimento, mas que podem mudar vidas e garantir direitos. A política precisa pensar no futuro, e por isso deve pensar nas crianças,” comentou para o site da prefeitura de SP.

Sessão Azul

A ação de adaptar sessões para autistas não é novidade. Isso já acontece em vários cinemas e teatros do Brasil por meio da Sessão Azul, idealizada pelo gerente de projetos Leonardo Bittencourt Cardoso e pelas psicólogas Carolina Salviano de Figueiredo e Bruna Manta. A organização promove sessões adaptadas para autistas em capitais e outras cidades em diversos estados do Brasil (veja a programação).

Segundo a nova lei, as sessões deverão ser identificadas com o símbolo mundial do autista na entrada da sala de exibição. O estabelecimento que descumprir a lei receberá, primeiramente, uma advertência e, no caso de reincidência, uma multa de R$ 3 mil. Uma segunda reincidência resultará em nova multa, de R$ 10 mil, e, se for repetida, poderá levar à interdição do estabelecimento.

Com os 10 primeiros episódios da nova temporada disponíveis na Globoplay, a série já está com a 4ª temporada confirmada

Nesta segunda, 6 de janeiro (2019), estreou a terceira temporada da série The Good Doctor no Brasil, exibida pela Globoplay. Por enquanto, estão disponíveis apenas os dez primeiros episódios, como aconteceu com a segunda temporada. Nos Estados Unidos, a terceira temporada estreou dia 23 de setembro de 2019 e o décimo episódio foi exibido dia 2 de dezembro seguinte. A série volta a ser exibida na segunda-feira, 13 de janeiro de 2020, para os oito episódios restantes da temporada, no canal ABC. A Globoplay ainda não divulgou quando disponibilizará os demais episódios no Brasil.

Apesar de muito famosa, vale lembrar que a série conta a história de um jovem médico que tem autismo, Shaun Murphy (interpretado por Freddie Highmore), que começa a trabalhar em um grande e famoso hospital, o St. Bonaventure Hospital, em San Jose, na Califórnia (EUA). O jovem residente tem um grande talento diagnóstico — com memória fotográfica e uma lógica de pensar diferente dos demais.

Desde a sua estreia no Brasil, a produção já ganhou exibição em canais da TV aberta (na noites de quinta) e fechada (no canal GNT), além de um episódio especial de divulgação dentro do Tela Quente. Com esse sucesso de audiência, a série chegou a ser chamada por alguns de “o Chaves da Globo” por conta de suas repetidas exibições.

Spoiler

Com os residentes estão crescendo profissionalmente com a Doutora Audrey Lim (interpretado por Christina Chang), na nova temporada um dos médicos é escolhido para comandar a primeira cirurgia da carreira, o que causará diversas disputas internas. Enquanto isso, nosso protagonista Shaun Murphy se aprofunda no relacionamento com Carly (vivido por Jasika Nicole), assim como nos demais desafios que o médico autista deve continuar enfrentando para se tornar um cirurgião.

Se você quer spoilers do primeiro episódio desta nova temporada, vá para o parágrafo seguinte. A temporada começa com o encontro entre Shaun e Carly, num restaurante, que, segundo ele mesmo, “foi um desastre” — motivo do nome do episódio: “Desastre”. Quando ele conta sua saga no hospital, os colegas ficam muito interessados em saber o que houve, mas os detalhes vão sendo revelados aos poucos, ao longo do episódio, num vai-e-volta para o passado bem interessante. O difícil é assistir ao primeiro e conseguir conter-se para não fazer uma maratona de todos os episódios de uma vez.

4ª temporada

Uma curiosidade: na temporada anterior, o ator principal também dirigiu um dos episódios. Sim, Freddie Highmore foi o diretor do episódio número 33, o décimo-quinto da segunda temporada, chamado “Risco e Recompensa” (Risk and Reward).

Por fim, outra boa notícias para os fãs da série: a quarta temporada já está confirmada.

Vídeo

Assista ao trailer da terceira temporada:

Netflix irá disponibilizar, no dia 1º de novembro, a nova temporada da série sobre Sam, um garoto com autismo

Sabe quem chega logo após a noite de halloween? Atypical, com Sam e seus pinguins! A nova temporada (terceira já) terá dez episódios e dois novos atores: Sara Gilbert (The Conners) como professora de ética do protagonista e Eric McCormack (Will & Grace), como professor de artes do garoto. Aliás, uma imagem divulgada de Sam na faculdade já dá um pequeno spoiler do que virá dia 1º de novembro de 2019.

A série, uma produção original da Netflix, gira em torno de Sam —  interpretado por Keir Gilchris, muito elogiado em sua atuação, principalmente na segunda temporada —, um garoto com autismo que, além de trabalhar e estudar, vive a efervescência e o amadurecimento de seus 18 anos, buscando cada vez mais ser independente. As duas primeiras temporadas estão disponíveis.

Autismo e outros temas

O elenco conta com ainda com Jennifer Jason Leigh, Michael Rapaport e Brigette Lundy-Paine. Os novos episódios de Atypical têm roteiro de Robia Rashid, que escreve para a comédia The Goldbergs. Além do autismo, a série também aborda outros temas da adolescência, como inimizades, a iniciação ao sexo, a entrada na faculdade e adultério. Saiba mais no nosso artigo “Netflix confirma terceira temporada de Atypical“.

Veja o vídeo dos atores anunciando a nova temporada, que estará disponível no próximo dia 1º de novembro de 2019, na Netflix.


Atypical estreia 3ª temporada em outubro — Tismoo

Atores da série Atypical em momento de descontração no set de filmagens.

Com coprodução do brasileiro Rodrigo Teixeira, filme sobre astronauta com autismo leve terá lançamento mundial dia 26.set.2019

Brad Pitt vive autista no cinema em ‘Ad Astra' — Tismoo

Carta oficial do filme “Ad Astra”

Um engenheiro espacial com autismo de alto funcionamento, um grau leve dentro do espectro. Este é o perfil do protagonista, vivido por Brad Pitt no filme “Ad Astra”, ficção científica que terá lançamento mundial no próximo dia 26 de setembro (2019). A coprodução é da RT Features, empresa cinematográfica comandada pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, que financiou o projeto desde o desenvolvimento do roteiro, numa parceria entre Brasil e Estados Unidos.

O engenheiro autista — chamado Roy McBride — embarca na maior jornada de sua vida: uma viagem ao espaço para cruzar a galáxia e tentar descobrir o que aconteceu com seu pai, um astronauta que se perdeu vinte anos atrás no caminho para Netuno para encontrar sinais de vida inteligente. Ao mesmo tempo, o personagem de Brad Pitt terá de evitar uma catástrofe que acabe com a vida humana após um evento apocalíptico inexplicável que ameaça a Terra — como a maioria dos filmes que se passam no espaço.

“Ad Astra”, que significa “para as estrelas” em latim, foi escrito por Gray e Ethan Gross. O elenco tem ainda: Kimmy Shields, Donald Sutherland, Ruth Negga, Jamie Kennedy e John Ortiz. Sem a fama que tinha desde o filme “Armagedom” (1998) até o início dos anos 2000, Liv Tyler, filha do roqueiro Steven Tyler, do Aerosmith, também está no elenco.

Muito elogiado pela crítica, a direção é de James Gray (de “Z – A Cidade Perdida”, de 2016). Segundo os críticos mais entusiasmados, o filme é um “2001 – Uma Odisséia no Espaço” da nova era.

Brasileiro

“Eu nunca poderia ter imaginado fazer algo com Brad Pitt. O filme é maravilhoso e ele fez um trabalho incrível, que estará nos cinemas agora em setembro”, disse o produtor brasileiro Rodrigo Teixeira para o UOL. Com orçamento de US$ 95 milhões, a película é descrita pelo produtor como “uma mistura entre ‘2001 — Uma Odisseia no Espaço’ e ‘Apocalipse Now’ com DNA brasileiro”, garante ele. Outro filme produzido pela empresa paulista de Rodrigo é “Wasp Network” com Wagner Moura e Penélope Cruz, uma coprodução entre Brasil, França e Espanha, baseado em livro do também brasileiro Fernando Morais.

“Ad Astra” estreia nos cinemas, inclusive no Brasil, dia 26 de setembro de 2019. O filme tem nota 7,3 no site IMDB; e 81% no Rotten Tomatoes.

Assista ao trailer oficial abaixo: